Oficinas de Espiritualidade
Relatório da Oficina de Espiritualidade – 06 de junho de 2009
Oficina II - DISCERNIMENTO
Tema: DISCERNIMENTO COMUNITÁRIO
ASSESSORES: Jair J. Schuh e Ir. Mariza Lorenzini
PERÍODO DA MANHÃ
Acolhida e oração:
canto O Espírito do Senhor repousa sobre
mim; contemplar o ícone da Ssma. Trindade de Rublev (pequena figura) e
perceber que a Trindade é a melhor comunidade, e é coincidência, pois neste
final de semana celebramos na liturgia da Igreja a Festa da Ssma. Trindade ou
mais popularmente conhecida como a Festa do Divino Pai Eterno; cada um pode ler
o texto, em silêncio, Pontes ou Cercas (cantar o canto Palavra Certa). E o que este texto
lido evocou em cada um de nós:
“Desde a história de Caim e Abel vemos que a inveja é causa de situações de
discórdia”;
“é
importante perceber que usamos a palavra para agredir as pessoas, por isso medir
nossas palavras, pois se não o fizermos vamos até agredir fisicamente aos
outros, resta-nos pedir ao Espírito para que nos dê as palavras na medida
certa”;
“o
papel que o carpinteiro exerce na história se refere ao papel que nós devemos
desempenhar na vida em comunidade, isto é, construir pontes através de nossa
missão para o bem dos demais”;
“esse carpinteiro da história atuou como o próprio Jesus e assim somos
convidados a agir da mesma forma”;
“a
história nos instiga a sermos construtores de pontes com as pessoas que estão à
nossa volta: vizinhos, familiares, companheiros de comunidade”...;
“muitas vezes o orgulho nos impede de ir até aquela pessoa com a qual estamos em
desavença, falta-nos a humildade para reconhecer que fizemos algo contra alguém,
a humildade é importante para assim pedir desculpas ao outro”;
“na
história vemos a ação do próprio Deus na pessoa do carpinteiro, alguém que faz
reconciliação, que humanizou, é importante perceber que não devemos tomar uma
decisão logo que estamos em uma situação de conflito, é preciso esfriar a cabeça
antes, acalmar os ânimos e daí sim tomar decisões, por isso devemos nos dar
conta de que onde quer que estivermos, em comunidades, na família procuremos ser
testemunhas não tanto por palavras, mas com ação”.
Encerramento do momento
orante com o canto Palavra Certa.
Na perspectiva cristã a
vida em comunidade é de suma importância, não tem como fazer referência ao
cristianismo sem fazer referência à vivência em comunidade.
Iniciando o tema do dia:
Na Palavra de Deus, mas
especificamente no Novo Testamento percebemos que o próprio Jesus nos dá
referências e fundamentação para a vida de comunidade, por exemplo, o trecho
sobre a Videira e os Ramos, pois nesse
texto se insiste na união com Jesus, para assim produzir frutos. Temos então
como base os quatro Evangelhos.
Propomos que trabalhemos o texto Novo
Relacionamento: viver em comunidade, em grupos de três pessoas, por um
espaço de tempo de 30 minutos. Ainda, propomos uma leitura nos pequenos grupos e
depois responder as questões que estão no final do texto. Alguém, antes, pode
ler em voz alta o tópico Contextualização:
a comunidade que Jesus deseja.
Algo importante nessa
leitura: Jesus chamou e enviou os seus em missão. E o que isso diz para mim, sou
chamado (a) a apenas ficar com Jesus, quieto, tranqüilo ou vou partir em missão,
agora que recebi um grande cabedal de conhecimentos nessas Oficinas de
Espiritualidade, vou procurar me comprometer com os outros ou apenas viver minha
vida cotidiana?
Momento de partilhar o que foi comentado nos grupos a partir dos tópicos do
texto:
1 –
Como a videira e Imitar a Trindade:
“partilhamos a partir do que entendemos que seja viver em comunidade, união de
pessoas com o objetivo de desenvolver uma atividade comum para todos, não
somente comum, mas tendo em vista o bem comum”.
“Ver
sempre o que é melhor para todos, em momentos de encontro, de reunião. Na
família há a oportunidade de se partilhar e de cada um apresentar a sua opinião;
é importante ouvir e saber ouvir”.
“O
discernimento é o resultado do processo de ver o que é melhor para a comunidade,
por isso é importante a reunião, o encontro. Podemos nos perguntar: se é bom
para mim e os demais e é importante, então vamos discernir”.
“Em
Jo 15, 4 vemos que é preciso estar profundamente unidos a Jesus e buscarmos em
todos os espaços estarmos unidos: família, sociedade... apesar das dificuldades”
2 –
Comunidade de pessoas comuns e Como
crianças:
“Deus chama não somente perfeitos, mas pecadores, pessoas comuns e dotadas de
talentos e capacidade, mas que essas pessoas devem estar unidas em grupo, em
comunidade, e é importante ser humilde, simples na forma como Jesus apresenta,
ou seja, tornar-mo-nos crianças”.
“Aqui estamos discutindo de maneira religiosa, mas em outros lugares, como na
empresa, no campo político temos também a dificuldade de saber discernir; em
qualquer campo é difícil saber ouvir o outro, acolher o diferente presente no
outro; conviver e respeitar o outro, daí Jesus nos dá o exemplo, pois reúne um
grupo de seguidores bem diversificado, mas focados em um mesmo objetivo”
“discernir significa levar em consideração o amor e o respeito”
“em
comunidade deve-se sempre ouvir para discernir”
“e
eu, qual o meu papel na comunidade, procuro aprender com o outro, sei aglutinar
no projeto de Jesus”
“Levar em consideração na comunidade a diversidade de comportamento, o modo
diferente de agir e de ser, os gostos diferentes de cada pessoa que compõe a
comunidade”
“Gosto de filme, e citando Madagascar II, é um desenho que mostra uns animais
como personagens centrais e que tem de resolver uma questão: zebra, hipopótamo,
leão, girafa. Filme para criança que nos faz pensar sobre a diferença dos
demais, de como aceitar os outros; no filme a girafa gosta do hipopótamo; em
comunidade há discordâncias das pessoas diante das diferenças; aquele que é
diferente nos questiona”.
3 –
Comunidade testemunho e Comunidade
inserida e missionária:
“a
comunidade deve ser comunidade serviço, e não de dominação, não somente
autoridade, de imposição; há pessoas que assumem por muito tempo cargos nas
comunidades e ficam muito tempo em certas funções, por isso é importante
valorizar os dons dos outros e deixar espaço para que outros tenham espaço;
posso me perguntar se eu estou dominando ou aceitando os outros membros da
comunidade”
“Aqui nesse lugar vemos isso, cada um pensa de uma forma, em comunidade cada
pessoa expõe da sua maneira particular, por isso ouvir e acolher as opiniões;
considerar sempre os outros no amor; tenho que estar aberto ao outro tendo
presente o momento, pois as situações mudam”
“Aqui vemos o papel do coordenador da comunidade, que está atento àquilo que se
passa na comunidade e como discernir diante de certas questões; na comunidade,
na família sempre queremos as coisas de nossa maneira, mas isso não é fácil,
devemos procurar aceitar, estabelecer pontes; num retiro tínhamos que
ultrapassar certo obstáculo, e alguém, na discussão, dizia que da forma que
estava sendo pensado não daria certo e, ainda, disse que aquele era um grupo e
mesmo discordando daquilo que estava sendo combinado, ele iria fazer o que o
grupo havia sido combinado, ele era uma pessoa que não discutia, falava de
maneira tranqüila, não impunha, mas acolhia, mesmo sabendo do fracasso da
decisão
tomada pelo grupo”
“Na
comunidade é importante a união, em minha comunidade há 25 pastorais que
procuram estar unidas, no momento em que todos se dispersam se perde o objetivo
central”
4 –
Palavra da Igreja:
“é
um resumo do que lemos e partilhamos anteriormente, viver em unidade na
comunidade, na sociedade etc. É importante agora ter atitude, partir, sair e
anunciar a Boa-Nova, a alegre notícia de Jesus e assim construir perfeitas e
santas comunidades”
Vejo que é importante
discutir melhor o conceito de comunidade; parece estar um pouco confuso, para
entendermos melhor poderíamos distinguir entre o que foi dito, comunidade e
grupo. Há uma confusão entre essas duas palavras, existe diferença tanto no
conceito como naquilo que representa. Vocês percebem diferença entre essas duas
palavras?
“Comunidade reúne diversos grupos, que tem por objetivo atender o objetivo da
comunidade estando unidos entre si”
“Temos que distinguir entre comunidade que se reúne sempre e comunidade que se
reúne esporadicamente. Aqui falamos daquela que se encontra cotidianamente”
“Para ser comunidade deve haver algo comum a todos, todos focados no mesmo
objetivo”
Vamos então distinguir
entre comunidade e grupo: o grupo tem um único objetivo, é formado para somente
uma finalidade, e alcançado o objetivo o grupo é desfeito, e é bom; ainda, no
grupo temos líderes.
Agora, comunidade é
espaço de vivência, é um lugar onde se vive com outros, e lugar onde não somente
se alcança certas finalidades, mas espaço de partilha de vida, de vivência entre
as pessoas. Nas comunidades temos referenciais na coordenação, todos são
referenciais, ou seja, todos os que estão comprometidos são referências, e nos
reunimos a partir de relações de amizade, nos ajudamos.
As pastorais são grupos
que constituem a comunidade. Há grupos que deveriam ser pensados de forma
diferente, como a catequese, pois faz parte da estrutura da comunidade, assim
também ocorre com os grupos de Liturgia, ou seja, não haver apenas a reunião
para preparar a celebração, mas que isso permaneça vinculado à estrutura da
comunidade. Em comunidade, as relações ocorrem sempre com o vínculo da união, da
amizade, da caridade, ou seja, com as virtudes teologais. E os grupos são
permeados pelas virtudes cardeais.
E aqui estamos tratando
sobre discernimento em comunidade, que é um modo de discernimento espiritual,
discernimento dos espíritos e não somente discernimento na comunidade como o
lugar do encontro para o discernimento. Falavam anteriormente sobre discernir na
sociedade, na política, mas nesses espaços não se percebe a presença de vivência
de comunidade.
Na perspectiva pessoal,
discernir significa considerar meus desejos, e na comunidade se trata de
discernir também o meu desejo, mas aqui o desejo de todas as outras pessoas
ficam implicados, as vontades dos outros. Tive experiências de discernimento em
comunidade que não deram certo, porque as pessoas estavam unidas não como grupo,
mas sim como comunidade de vivência, de partilha, de troca de experiências.
Podemos, nessa linha,
pensar porque o Sínodo Diocesano de Cuiabá não deu certo: vimos apenas que o
bispo lançou a idéia. Na convocação do Vaticano II vimos que o Pp. João XXIII
convidou a todos para esse momento de renovação, e que essa renovação depois foi
levada adiante com o Pp. Paulo VI, ou seja, percebe-se que a inspiração original
permaneceu no Concílio. Assim, concluímos que o Espírito Santo é coerente quando
inspira, Ele leva a bom termo aquilo que foi iniciado. E no caso do Sínodo local
constatamos que ficou evidente a presença de grupos e de seus interesses.
“E
como na prática as pastorais se articulam? Funcionam para o bem da vivência em
comunidade?”
Na carta aos Coríntios
lemos que a comunidade é um corpo com vários membros unidos, e cada membro tem
sua função e a desempenha para o bem do corpo. Então se as pastorais estão
vinculadas verdadeiramente a Jesus, essas vão formar um corpo, mas se não
tiverem Cristo como referencial vão apenas focar no objetivo do grupo e não
formar o corpo maior, a comunidade.
“Por
exemplo, quando visitamos uma família e essa tem crianças para batizar,
encaminhamos para a Pastoral do Batismo; se a família passa fome, encaminhamos
para os Vicentinos; se a família precisa de conselhos, convidamos a Pastoral da
Família para fazer uma visita, assim nos articulamos e cada pastoral desempenha
sua função, estando unidos na fé, no amor, em Jesus Cristo”
No caso do Sínodo local
podia ter produzido mais frutos, poderia ter chegado mais a todas as pessoas, ao
corpo inteiro e não apenas a algumas poucas pessoas. A alegria deveria ser a
mesma daquele que salva uma criança, daquele que participa de um curso bíblico,
daquele que distribui a comunhão, pois todos estão com o mesmo objetivo, ou
seja, vinculados em Cristo com o desejo de anunciar o Evangelho. E se um grupo
não está correspondendo com a comunidade, o Conselho da comunidade tem a
finalidade de ajudar a discernir o que ocorre com determinado grupo, para
melhorar a caminhada, a vivência.
Em Atos 2, 42 vemos
alguns pilares da comunidade cristã: ouvir, partilhar, celebrar...
Podemos perceber que
ninguém caminha com uma perna só. Quando um membro está doente o corpo todo
sofre com a dificuldade desse membro.
ATIVIDADE - Leitura em comum do texto -
Discernimento comunitário: alguns aspectos, condições e critérios para o
discernimento comunitário a partir de Santo Inácio de Loyola.
Discernimento em
comunidade deve considerar a reunião, a comunhão, a missão.
O processo de
discernimento consiste em buscar a vontade de Deus sem enganos; na comunidade se
pergunta o que Deus quer neste momento dessas pessoas que convivem. O tempo é
questão problemática, uma vez que temos prazos a cumprir, e conforme Inácio não
podemos decidir de maneira brusca, mas no momento em que a pessoa está serena,
tranqüila.
Quando estamos
participando de um discernimento comunitário devo me perguntar, ao mesmo tempo,
como estou vivenciando, pessoalmente, esse processo na comunidade.
E a disposição para a
mudança é algo coerente com o Espírito, em certos momentos é preciso ter novas
opiniões e em outros momentos a posição pessoal vai levar a um processo coerente
de discernimento com os demais.
É preciso iniciar o
discernimento em comunidade com aquilo que é comum a todos, aquilo que une as
pessoas na comunidade.
Quanto mais variadas as
culturas, mais riquezas; devemos acolher o novo, pois nesse há o diferente que
está presente nesse mundo.
E o que queremos é
coerente com o projeto de Cristo? Coerente com o Reino? Sobre isso cabe nos
perguntarmos sempre.
No discernimento
procuramos sempre o mais, o melhor, o Magis não deve entrar em contradição, em
conflito com meu estado de vida, ou seja, esse “mais” na comunidade não pode
prejudicar a vida de família da pessoa; cada um se pergunte o quanto tem
condições de dar de si, considerando ainda a vida pessoal.
PERÍODO DA TARDE:
Exercício de discernimento comunitário
Questão/Situação:
como podemos divulgar a continuidade da oficina de espiritualidade?
Passos (consta de 5 passos, a seguir desenvolvidos):
1.
“Chuva de idéia” – (Todos
participam dando a sua contribuição, de forma livre, que possibilite a solução
da questão.)
-
levar aos lideres das paróquias
-
pessoas que fizeram, testemunhar
-
fazer um folheto para distribuir nas reuniões
-
levar para outras religiões ou pessoas que não confessam religião
-
cada pessoa que fez a oficina fazerem a divulgação, levarem o folder e falar do
que foi experimentado
-
Folder
-
divulgação no rádio
-
blog da oficina;
-
falar com os párocos, para fazer política de boa vizinhança, assim poder fazer a
divulgação;
-
fazer boca a boca (nas comunidades e fora delas), panfleto (folder), nos
diversos locais: avisos das celebrações,
-
telefonar para pessoas que se acha indicativas e que possam ter interesse
-
divulgar para pessoas fora da cidade
-
usar dos meios de comunicação
-
divulgar nas comunidades: fazer as inscrições.
- os
participantes testemunharem mostrando os frutos experimentados.
-
possibilitar para outros dias: durante a semana à noite;
2.
Escolha pessoal
(faz-se uma análise pessoal – oração – para ver qual a melhor solução/idéia –
uma dentre as levantadas)
-
Centro elaborar o folder e participantes fazer a divulgação
-
Usar o rádio: momento especial, espaço aberto para poder ligar e informar-se
sobre a oficina
-
Levar testemunho na rádio. Fazer folder e divulgar pelos “oficineiros”.
-
Rádio: entrevista, focando os assuntos dos módulos. Folders
-
Folders. Sábado pela manhã. Divulgado pelas pessoas que participaram.
-
Folders.
-
Folders (panfleto) – divulgação no rádio, tem o risco de vir apenas pela
curiosidade, não pelo que vai pelo desejo. Religiões diferentes poderão ter
compreensões diferentes.
-
Folder e Rádio
-
Rádio e folder.
3.
Outras Considerações
(analisa-se criticamente as questões levantadas, é o momento crucial para
entender-se e aprofundar as questões)
-
Folder: centro pode fazer a divulgação do objetivo, datas... aos participantes
poderem divulgar de forma a testemunhar a experiência.
-
Rádio: é um tanto caro, tem um custo alto e precisa de especialistas.
-
Rádio: atinge as pessoas de diferentes grupos e credos distintos. Usar a rádio
católica. Usando os espaços gratuitos. Atinge a diversidade de pessoas e abrir a
possibilidade ao diferente.
-
Folder é caro e pode transformar-se em lixo. Usar o folder apenas para a
divulgação para aqueles interessados mesmos.
-
Rádio: fazendo uma entrevista de forma que possa despertar o interesse e
curiosidade no ouvinte.
-
Folder funciona como um instrumento de memória para o interessado.
- O
rádio vai mais longe. Melhor seria um espaço na televisão. Usar a Internet para
atingir aos meios mais abastados.
-Folder pode ser enviado por correio e pode ser entregue pessoalmente.
4.
Eleição
(faz um indicativo das propostas centrais que parecem melhor reseolver a
questão)
- Rádio – x x x x
- Folder – x x x x x
- TV -
5.
Decisão
(a
partir de tudo o que se fez até aqui se define, num estado de paz, o que será
melhor, usando dos critérios do descernimento).
Folder
Rádio
Internet (blog)
AVISOS:
- Sobre uma data para
fazer o encerramento desta Oficina que está sendo concluída (período 2008/2009):
19/06 ou 03/07: Ficou firmado para 19/06 as 19h. E Trazer comes e bebes.
AVALIAÇÃO ORAL DOS PARTICIPANTES:
“Oportunidade de crescimento. Olhar, pensar, respeitar as pessoas nas decisões.
Foi excelente”
“Traz um efeito na minha prática. Minha relação com Deus, confiança no Deus
amoroso, Ao próximo sentindo os laços mais afetivos. A oficina não termina aqui,
vai continuar na vida. Vou divulgar e anunciar a mais pessoas”
“Forma de crescimento espiritual. Sabia o que era discernimento, mas de forma
tateada, agora consigo ver de forma mais concreta. A escolha entre o bem e o
melhor”
“A
Oficina foi de crescimento não somente no âmbito espiritual mas em termos
gerais, fazendo parte de uma prática de vida, ensinamento para uma prática de
vida. Aprender a entender a vida de Jesus, aprende a viver mais intensamente. É
preciso do discernimento antes de qualquer coisa em ambientes diferentes”
“Enriquecimento profundo. Fazer parte de um grupo de pessoas que possibilita
enriquecer nos planos espirituais e de toda a vida. Aprendi que na oração posso
estabelecer relação com Deus e com os demais. Aprendi a lidar com a parte
espiritual e com a parte do corporal. Algo que se tornou permanente na minha
vida”
“A
Oficina me fez passar por todas as dimensões da minha vida. Estou me conhecendo
melhor. Estou aceitando melhor as pessoas, vivendo melhor com elas. Aprendi a
deixar coisas a fazer em outro dia, para poder pensar melhor. Estou tendo mais
equilíbrio”
“Sinto-me entusiasmada. Amar e servir em todas as situações. Fazer uma oração
encarnada. Não só rezar, mas trazer o que se evoca de fora. Durante o que rezo
eu posso discernir”
“Contente por ter realizado a Oficina. Consegui vir em todas as Oficinas. Esta
Oficina me levou a aprofundar mais os estudos e abriu para aprofundar em outras
áreas. Levar em conta a forma de realizar a Oficina. Criar uma melhor técnica de
apresentação”