Justiça veta aumento da tarifa; movimento mantém protesto
“Temos que reforçar a suspensão do aumento e lutar contra o fim do
passe-livre já anunciado”, destaca Fábio Ramirez, da comissão
organizadora do ato público.
Em seu despacho, a magistrada argumenta que a suspensão acontecerá até
que a prefeitura de Cuiabá apresente "argumentos concretos" que
justifiquem a correção. A decisão de Gleyde ocorreu no domingo em função
de uma ação civil pública com pedido de liminar protocolada pelo
Instituto Matogrossense de Defesa do Consumidor (IDC), presidido pelo
comunitário João Batista Benevides, o Tito do Terra Nova, em ação
assinada pelo advogado Ildo Francisco de Oliveira.
Segundo o despacho, outro ponto condenado pela magistrada é a qualidade
do sistema de transporte coletivo na capital do Estado. Para ela, o
valor cobrado de cada trabalhador não condiz com a qualidade do serviço
prestado. Ela determinou que a Prefeitura providencie a devolução em
dobro do dinheiro cobra a mais dos passageiros
Em caso de descumprimento da decisão, a prefeitura terá que pagar uma
multa diária de R$ 10 mil. O procurador geral do município, Fernando
Birral, informou que a prefeitura não foi notificada da decisão, mas já
adiantou que irá prestar os esclarecimentos e recorrer.
Por Keka Werneck, com informações da
Página do E.
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