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Mato Grosso se prepara para sediar pela primeira vez na capital, o
Seminário Castanha-do-Brasil na Amazônia Mato-grossense: Políticas
Públicas para a Produção Sustentável, que será realizado de 30 de
agosto a 01 de setembro, no Hotel Fazenda Mato Grosso. O intuito é
envolver todo segmento extrativista do Estado desde o produtor até
as empresas que processam as castanhas. Podem participar
profissionais, técnicos, associações, cooperativas e ongs. As vagas
são limitadas e o evento é gratuito.
Durante os três dias de seminário serão realizadas palestras com
convidados de outros Estados que já têm tradição com a extração da
castanha, como Acre e Amazonas, que explanarão a experiência das
cadeias produtivas desenvolvidas na região, característica maior do
extrativismo.
Este seminário faz parte dos produtos do Projeto de Conservação e
uso Sustentável da Biodiversidade das Florestas do Nororeste de Mato
Grosso e é financiado pelo Programa das Nações Unidas (PNUD) e pelo
Global Environment Facility (GEF), sob cordenação da
superintendência de Biodiversidade da Secretária Estadual de Meio
Ambiente (Sema).
O MT Regional também é parceiro deste projeto. A gerente da cadeia
produtiva da Sociobiodiversidade, Sanny Costa Saggin, destaca que o
evento contará com a presença das regiões Norte e Noroeste de Mato
Grosso, por meio dos quatro Consórcios Intermunicipais de
Desenvolvimento Econômico e Social Juruena, Teles Pires, Portal da
Amazônia e Alto Teles Pires. “A proposta é elaborar um projeto de
Política Pública Estadual da Castanha-do-Brasil, para fortalecer o
segmento e desenvolver projetos e ações extrativistas”.
EXTRATIVISMO
Mato Grosso possui três biomas: Cerrado, Pantanal e Floresta
Amazônica. O Estado tem muitas potencialidades que estão sendo
desenvolvidas. O extrativismo é uma delas. O município de Itaúba
(600 km ao Norte de Cuiabá) foi batizado de capital da
Castanha-do-Brasil. A cidade ficou conhecida ainda por abranger um
dos últimos castanhais nativos do Estado de Mato Grosso, tendo
inclusive uma de suas comunidades rurais localizadas às margens da
BR-163 com o nome de Castanhal.
Outras informações podem ser obtidas na superintendência de
Biodiversidade da Sema pelo telefone: 3613 – 7327.
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