Reunião de formação sobre o plebiscito - dia 31 de julho

- Começou com um vídeo sobre a concentração da terra

- O senhor Dedé,  da paróquia Coração Imaculado de Maria, disse que, vendo o filme, pensou que precisamos fazer um balanço sobre as nossas conquistas, desde a década de 80, e divulgar isso. Porque, olhando MT, sob a perspectiva da soja, parece que os latifundiários são o grupo mais ouvido.

- Thiago, do coletivo Resistência Popular, disse que já conseguimos reagir em vários contextos e que devemos pensar nisso e pensar em nosso contexto atual e tomar cuidado para a gente não cair no derrotismo. Esse é um debate que a gente não vê nas escolas e na periferia. Os meios de comunicação de massa, que vêm para desinformar, também é outra preocupação.

- Inácio destaca que é importante a gente tocar nesse ponto: como a população come? Afinal, todos precisamos comer.

- Ficou definido que vamos fazer um vídeo, para ser usado a mais longo prazo, e um panfleto, com linguagem fácil de entender.

- Inácio destacou a importância de divulgarmos dados sobre venenos agrícolas, já que MT é campeão nacional em uso de agrotóxico.

Temos que discutir

1)      Qual o papel social da terra

2)      Queremos estabelecer limita da terra

- A intenção deste plebiscito [e mudar o artigo 186, incluindo o item V.

- Após reunião do dia 02 de agosto, vamos saber se vamos ter material nacional, se vamos ter apoio para rodar material daqui e ter uma noção geral do que vamos ter para divulgar.

- Inácio fez explanação apresentando dados contundentes sobre a concentração da terra em MT e no Brasil.

- Alex destacou que no gráfico populacional do Brasil tem um equivoco, porque muitas das cidades pequenas na verdade são rurais e a população tem a cultura do campo.

- Roberto reforça que essa cultura ainda não se perdeu.

- Inácio disse que o atravessar ganha muito com essa situação e destacou que a frase usada pelo MST - “Quando a cidade e o campo se unir, a burguesia não vai resistir” - é muito correta.

- Gilmar destacou que a lei que obriga que no mínimo 30% da merenda escolar seja da agricultura familiar é muito boa para fortalecer o camponês.

- No panfleto, devem vir idéias sobre desmatamento, uso de agrotóxicos, trabalho escravo, segurança alimentar, soberania nacional, contradições entre agricultura familiar e agronegócio, terras indígenas, hiper-dependência desse modelo de distribuição e dados de MT.